Quarta-feira, 9 de setembro de 2026
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O assessor do Kremlin e chefe da delegação russa nas negociações de paz, Vladimir Medinsky, anunciou nesta quarta-feira (11/06) o início da troca dos corpos de soldados entre Moscou e Kiev, sob os Acordos de Istambul firmados em conversações na Turquia. 

“Amanhã também iniciaremos trocas sanitárias urgentes de prisioneiros gravemente feridos da linha de frente”, revelou pela plataforma Telegram. 

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As autoridades ucranianas confirmaram a retirada dos corpos de 1.212 pessoas, acrescentando que os soldados em questão morreram em combates nas regiões de Kursk, Kharkiv, Luhansk, Donetsk, Zaporizhzhia e Kherson.

“Como resultado das atividades de repatriação, os corpos de 1.212 defensores caídos foram devolvidos à Ucrânia”, disse o comitê de coordenação de troca de prisioneiros de Kiev pelo Telegram. Segundo o órgão, as identidades dos combatentes serão determinadas o mais breve possível.

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Por outro lado, Medinsky informou que o lado russo recebeu somente 27 cadáveres.

Rússia e Ucrânia iniciam troca de corpos sob Acordos de Istambul
Telegram/Vladimir Medinsky

Em 2 de junho, os governos da Rússia e da Ucrânia alcançaram um acordo humanitário que incluiu um intercâmbio de prisioneiros de guerra, entre feridos, gravemente doentes e pessoas com menos de 25 anos, bem como uma transferência de mais de 6 mil mortos entre ambas as partes.

Entretanto, o assessor do Kremlin apontou que, no último sábado (07/06), Kiev atrasou inesperadamente “tanto a aceitação de corpos quanto a troca de prisioneiros de guerra”.

Em coletiva nesta quarta-feira, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, também criticou a postura ucraniana de recusar a aceitação dos corpos em um primeiro momento, afirmando que “esta não é a primeira, nem a única prova da natureza não humana do regime de Kiev, mas definitivamente a mais forte”.

De acordo com o Ministério da Defesa russa, na segunda-feira (09/06), a Rússia e a Ucrânia já trocaram dezenas de prisioneiros de guerra com menos de 25 anos e, na terça-feira (10/06), um grupo de militares.

(*) Com TASS

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