Quarta-feira, 2 de setembro de 2026
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Uma pesquisa sobre a disputa eleitoral em Israel, realizada pela emissora pública Kan e divulgada neste domingo (09/08), mostrou que nem o bloco governista nem o setor que se apresenta como principal adversário da atual administração – ainda que seja ideologicamente próximo – possuem apoios suficiente para formar maioria, no Parlamento do país.

De acordo com a medição, se as eleições fossem hoje o Likud, partido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, conquistaria 23 cadeiras no Knesset, o Parlamento Israelense, menos que as 32 que possui atualmente.

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O Yashar, partido surgindo em setembro de 2025 e liderado por Gedi Eisenkot e que defende discurso de suposto “sionismo de centro”, segundo essa mesma pesquisa, ficaria com as mesmas 23 cadeiras.

Os números mostram um crescimento nas intenções de voto para o Likud, que aparecia atrás dos Yashar em estudos anteriores, mas ambas as legendas ainda estão longe das 61 cadeiras necessárias para formar maioria no Legislativo israelense – o bloco governista teria 53 representantes, contra 56 das forças opositoras.

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Na mesma pesquisa, aparecem dois partidos de centro na terceira e quarta posição: o Juntos, que obteria 13 cadeiras, e o Democratas, com dez cadeiras, respectivamente.

Em seguida ficaria o partido de extrema direita Poder Judaico, liderado pelo ministro de Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, com nove cadeiras, três a mais do que possui atualmente.

Eleição para renovação do Parlamento de Israel acontecerá no dia 27 de outubro
Knesset

As mesmas nove vagas seriam obtidas pelo partido conservador Israel Nossa Casa, que também ganharia três novos assentos no Parlamento.

Segundo a pesquisas, a frente conservadora Lista Árabe Unida ficaria seis vagas no Knesset – uma a mais do que tem hoje – e a coalizão de centro-esquerda entre Hadash e Ta’al, manteria os cinco assentos que dispõe atualmente.