Aula Pública Opera Mundi: como deve ser governo de Evo com a onda conservadora na América Latina?

No oitavo episódio da quarta temporada da Aula Pública, Everaldo Andrade analisa os desafios do projeto de desenvolvimento boliviano

Redação

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Na Aula Pública, Everaldo Andrade discute o futuro do governo boliviano


No oitavo episódio da quarta temporada da Aula Pública, Everaldo Andrade, doutor em História Econômica e professor da USP, discute os desafios do projeto de desenvolvimento boliviano diante da nova conjuntura sul-americana.

Autor do livro 'Bolívia: Democracia e Revolução' (Alameda, 340 pgs., R$48), Everaldo acredita que o governo Evo Morales construiu uma identidade política com a maioria da população do país. Nessa perspectiva, é fundamental entender as condições que garantiram o crescimento econômico e social nos últimos 10 anos e que agora estão sob ameaça pela chamada 'onda conservadora' na América Latina.

"A ascensão de Evo Morales é a expressão de uma luta popular que conseguiu mudar os rumos da Bolívia. Desde 2006, o que se busca é encontrar um eixo de desenvolvimento que benefecia a nação e o povo boliviano. Além disso, Evo conseguiu construir uma identidade política e étnica com a maioria da população. Agora essa dinâmica política construída na última década pode ser modificada pela chamada onda conservadora. Mas precisamos debater exatamente o que é esse movimento que questiona as políticas de inclusão social na América Latina", analisa Everaldo.

Assista ao primeiro bloco da Aula Pública com Everaldo Andrade: como deve ser o governo Evo Morales com a onda conservadora na América Latina?



Na segunda parte da Aula Pública, Everaldo Andrade responde perguntas do público da Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo

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