"O melhor pai nunca substituirá uma mãe - e vice-versa", disse a líder do partido, Alenka Jeraj, na abertura da sessão parlamentar em que a lei foi votada.
No total, 18 países europeus já legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo - a maioria deles também permite que casais homossexuais adotem crianças. Outros países europeus, como República Tcheca, Croácia, Chipre, Estônia, Grécia, Hungria e Itália, permitem parcerias registradas entre pessoas do mesmo sexo, mas não o casamento.
Na Hungria, desde o ano passado, quem falar sobre homossexualidade na frente de menores de idade pode ser punido.
No Brasil, em 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu por unanimidade a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Em 2013, uma resolução publicada pelo Conselho Nacional de Justiça garantiu o casamento homoafetivo no país, determinando que tabeliães e juízes são proibidos de se recusar a registrar o casamento civil. No entanto, o projeto de lei sobre o assunto não chegou a ser aprovado pelo Plenário do Senado e foi arquivado no final do mandato da então senadora Marta Suplicy, autora da proposta, em 2018.