Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
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Os governos da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos não acataram um pedido dos Estados Unidos para colaborar com um ataque contra o território do Irã. A informação foi publicada nesta terça-feira (27/01) pelo diário The Wall Street Journal (WSJ).

No caso de Riad, segundo o WSJ, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman teria tomado a decisão após uma conversa por telefone com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian.

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Horas depois do telefonema, o governo saudita publicou um comunicado dizendo que o país “não permitirá que seu espaço aéreo ou território seja usado para qualquer ação militar contra o Irã”.

Ex-comandantes militares dos Estados Unidos consultados pelo diário novaiorquino afirmaram que a decisão da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos compromete o planejamento operacional de um ataque ao Irã, pois aumentaria os custos e a complexidade da operação, mas não o impediria, caso Washington esteja determinado a agir.

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Estratégia dos EUA

Os Estados Unidos posicionaram o porta-aviões USS Abraham Lincoln nas proximidades da costa iraniana e têm recebido o apoio do governo da Jordânia, onde algumas de suas aeronaves têm utilizado bases aéreas locais.

Também nesta terça-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que uma “maravilhosa Marinha” está a caminho do Irã.

Na mesma declaração, disse que um possível ataque militar ao Irã teria como objetivo provocar uma mudança de regime, e voltou a acusar o país de reprimir protestos antigovernamentais e de desenvolver armas nucleares.

Por sua vez, Teerã nega que seu programa nuclear tenha fins militares e culpa os Estados Unidos e Israel pelas mortes ocorridas durante os protestos, alegando que esses dois países infiltraram terroristas entre os manifestantes.

 

Com informações de The Wall Street Journal e RT.