Domingo, 25 de janeiro de 2026
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O governo dos Estados Unidos afirmou que um ataque aéreo no noroeste da Síria matou um líder ligado à Al-Qaeda, que tinha ligações com um membro do Estado Islâmico (ISIS) envolvido em uma emboscada mortal contra forças norte-americanas no mês passado.

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou no sábado (17/01) que um ataque aéreo realizado no dia anterior (16/01) matou Bilal Hasan al-Jasim, que estava “diretamente ligado ao atirador do Estado Islâmico que matou e feriu militares estadunidenses e sírios” em meados de dezembro.

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“Não há lugar seguro para aqueles que realizam, planejam ou inspiram ataques contra cidadãos norte-americanos e nossos combatentes. Nós os encontraremos”, disse o comandante do CENTCOM, Brad Cooper, em um comunicado.

Dois soldados dos EUA e um intérprete militar foram mortos em uma emboscada do Estado Islâmico na cidade síria de Palmira, em 13 de dezembro. Desde então, Washington realizou uma série de ataques em larga escala na Síria, alegando que se tratava de uma resposta ao ataque mortal contra as forças estadunidenses.

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No sábado, o CENTCOM afirmou que as forças norte-americanas e seus parceiros atacaram mais de 100 locais de “infraestrutura e armas” do Estado Islâmico desde que os militares dos EUA lançaram sua operação de retaliação em dezembro.

“Além disso, as forças americanas e parceiras capturaram mais de 300 operativos do Estado Islâmico e mataram mais de 20 em toda a Síria durante o último ano”, afirmou.

O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu infligir danos significativos aos responsáveis ​​pelo ataque mortal contra as tropas americanas. “Posso afirmar que, na Síria, haverá muitos danos causados ​​às pessoas que fizeram isso”, disse Trump em 13 de dezembro.