Segunda-feira, 20 de abril de 2026
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As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram nesta segunda-feira (16/03) que, nos últimos dias, iniciaram “operações terrestres limitadas e seletivas” contra o Hezbollah no sul do Líbano.

Segundo o exército israelense, “esta atividade faz parte de um esforço defensivo mais amplo para estabelecer e fortalecer uma posição defensiva avançada a fim de eliminar ameaças e criar uma camada adicional de segurança para os residentes do norte de Israel”.

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Apesar dessa justificativa, o relatório divulgado no domingo (15/03) pelo Ministério da Saúde Pública libanês aponta que o número total de mártires entre 2 e 15 de março chegou a 850, enquanto o número de feridos atingiu 2.105. O relatório também registrou um aumento no número de crianças mártires, que chegou a 107.

Nesse cenário, a agência de notícias NNA informou que confrontos estão ocorrendo nesta segunda entre as forças de ocupação israelenses e membros da Resistência Islâmica no eixo Odaisseh-Taybeh.

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Ataques aéreos israelenses atingem diversas áreas no sul do Líbano
National News Agency

O exército israelense tenta avançar em território libanês sob intensos bombardeios e tiros. Uma série de ataques aéreos também ocorreu em paralelo contra a cidade de Taibeh, no sul do Líbano.

O Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde do Líbano informou que os ataques israelenses à cidade de Qantara, no distrito de Marjayoun, resultaram na morte de quatro pessoas, incluindo duas crianças, segundo um balanço preliminar.

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Um ataque aéreo contra uma casa em Kfar Sir matou uma pessoa. Quando uma ambulância da Organização Islâmica de Saúde chegou ao local, novas aeronaves atacaram, matando dois paramédicos e ferindo outro.

Israel continua desrespeitando o acordo de cessar-fogo firmado com o grupo armado libanês em 24 de novembro de 2024, que exigia a retirada de tropas israelenses, o recuo do Hezbollah para o norte do rio Litani e o controle da fronteira pelo exército libanês.

Desde o início da recente agressão de Tel Aviv e Washington contra Teerã, o Hezbollah declarou que ajudaria na defesa iraniana e “vingaria” o mártir do líder supremo Ali Khamenei.