Partido de Netanyahu volta à liderança em pesquisa e pode recuperar maioria no Parlamento
Levantamento do Kan 11 mostra Likud com 22 cadeiras contra 21 de Yashar, do Eisenkot; mesmo com maioria projetada, oposição não conseguiria derrubar coalização do premiê sem partidos árabes
De acordo com uma pesquisa do Kan 11, o partido Likud, do primeiro-ministro de extrema direita Benjamin Netanyahu, teria recuperado sua posição como o maior partido de Israel, ultrapassando o Yashar, do ex-chefe do Estado-Maior Gadi Eisenkot, depois de ter ficado atrás dele na pesquisa anterior.
O Likud conquistaria 22 cadeiras, uma a mais do que na pesquisa anterior do Kan, enquanto o Yashar, de Gadi Eisenkot, perderia uma cadeira, ficando com 21, após ter liderado a pesquisa anterior.
O levantamento sugere que, juntos, os partidos da oposição conquistariam 68 assentos, contra 52 da coalizão governante. Essa maioria, no entanto, exigiria a inclusão de partidos árabes. Como vários líderes da oposição, incluindo o ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, descartaram a possibilidade de contar com o apoio de partidos árabes para formar um governo, os partidos de oposição restantes teriam apenas 58 assentos – três a menos do que as 61 necessárias para a maioria no Knesset.
O partido Bennett-Lapid Together perderia uma cadeira, ficando com 14, enquanto os Democratas, liderados por Yair Golan, ganhariam uma cadeira, totalizando 10 após as primárias do partido na semana passada.
O Otzma Yehudit perderia uma cadeira, ficando com nove, enquanto o Yisrael Beiteinu manteria nove. O Shas e o Judaísmo Unido da Torá receberiam oito cadeiras cada. O Hadash-Ta’al e o Ra’am ganhariam cinco cadeiras cada. O Sionismo Religioso ganharia uma cadeira, ficando com cinco, enquanto o Yesodot Yisrael, partido conjunto lançado por Chili Tropper e Yoaz Hendel, manteria quatro.
O partido Azul e Branco, de Benny Gantz, e o Balad permaneceriam abaixo do limite eleitoral, assim como na pesquisa anterior do Kan.
A sondagem foi conduzida pela Kantar, liderada por Dudi Hassid, em 26 de julho, com uma amostra online de 550 respondentes com 18 anos ou mais. A margem de erro é de 4,2%.
























