Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou na segunda-feira (12/01), por meio de sua conta no Truth Social, que “qualquer país que fizer negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações comerciais” com os EUA. A ordem é definitiva e entra em vigor imediatamente, segundo Trump, em meio a protestos que abalam a nação iraniana.

Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o presidente não descarta ordenar ataques aéreos contra o Irã, afirmando que essa é “uma das muitas opções em cima da mesa para o comandante-em-chefe”. Trump ameaçou intervir caso manifestantes fossem mortos.

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Entretanto, vários altos funcionários do governo dos EUA, liderados pelo vice-presidente JD Vance, estão pressionando para que uma abordagem diplomática seja adotada em primeiro lugar, de acordo com o The Wall Street Journal.

Teerã acusou os EUA e Israel de orquestrar os recentes distúrbios em diversas cidades iranianas, alegação corroborada por inúmeros documentos, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Enquanto isso, muitos iranianos foram às ruas em apoio ao governo atual e contra o que consideravam crimes patrocinados por estrangeiros.

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Os programas nucleares ou de mísseis do Irã não são mencionados no contexto das tensões mais recentes. Os meios de comunicação apontam Reza Pahlavi, o filho mais velho do último Xá do Irã, que reside no Ocidente há décadas, como um dos principais apoiadores da mais recente onda de protestos de rua no Irã.

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