Após maior queda desde 2011 nos EUA, bolsas europeias abrem no nível mais baixo dos últimos dois anos

Dados sobre emprego nos Estados Unidos provocaram o temor entre investidores de que a inflação no país vai subir acima das expectativas

Redação (*)

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Após a Bolsa de Nova York registrar a maior queda desde agosto de 2011, os mercados asiático e europeu também sofreram uma forte retração nesta terça-feira (06/02).

Na Europa, a abertura das bolsas está sendo considerada a pior desde junho de 2016, segundo a agência especializada em mercado Bloomberg. Em Frankfurt, a Bolsa abriu com desvalorização de 3,58%; Paris registrou retração de 3,43%; Londres, de 3%. Milão caiu 3,6%.

O mesmo movimento negativo foi visto em todas as bolsas asiáticas, que já encerraram as negociações do dia. Enquanto em Tóquio o índice Nikkei despencou 4,7%, as bolsas chinesas também apresentaram forte queda: Shenzhen caiu 4,4%; a de Xangai, 3,3%.

A Bolsa de Sydney registrou desvalorização de 3,2% e a sul-coreana de Seul teve uma diminuição menor, de 1,5%.

A queda generalizada nos mercados de todo o mundo começou, de maneira menos intensa, na última sexta-feira (02/02), quando os dados sobre emprego nos Estados Unidos provocaram o temor entre investidores de que a inflação no país vai subir acima das expectativas.

Aliado a isso, os investidores temem que o gigantesco corte de taxas feito pelo presidente Donald Trump - e uma possível aceleração na alta das taxas do Federal Reserve (FED) para compensar isso - também impulsionem para cima a inflação no país.

Nesta segunda (05/02), o índice Dow Jones desvalorizou 4,62%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq recuaram 4,11% e 3,78% respectivamente. 

 

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a.has/FlickrCC

Maior queda em Nova York nos últimos sete anos puxou para baixo bolsas mundiais

(*) Com Ansa

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