Lideranças políticas mundiais se solidarizam com vítimas de atentado em escola na Grande São Paulo

O presidente da Bolívia, Evo Morales, expressou os sentimentos, "em nome do povo boliviano, às famílias das vítimas"; ex-presidente Lula e Dilma também se manifestaram

Redação

São Paulo (Brasil)

Diversas mostras de solidariedade pelo mundo foram enviadas aos familiares das vítimas do massacre que ocorreu nesta quarta-feira (13/03) na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na região metropolitana de São Paulo.

Um dos primeiros a se manifestar foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que o Brasil não precisa de mais armas, para que episódios como este não se tornem comuns.

"Que aqueles que incentivam a cultura do ódio e da violência entendam que não precisamos de mais armas para que massacres como o de Suzano não se tornem cotidianos em nosso país", afirmou Lula em comunicado.

O ex-mandatário ainda demonstrou "toda solidariedade aos alunos e trabalhadores da escola Raul Brasil e aos familiares das vítimas" e concluiu dizendo que "o Brasil precisa de paz".

A ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff também se manifestou sobre o massacre afirmando que o ato causa "espanto dor e revolta".

"Nada pode amenizar o sofrimento das famílias das vítimas. A elas minha solidariedade e meu desejo de que encontrem forças para resistir ao momento mais doloroso de suas vidas", escreveu a ex-mandatária em sua conta no Twitter.

Na América Latina, o presidente da Bolívia, Evo Morales, escreveu uma mensagem para condenar o episódio ocorrido "em uma escola do Brasil que deixou vários mortos e feridos, incluindo menores [de idade]".

"Somos um país pacífico que sabe que o uso de armas não soluciona nada e apenas gera mais violência", escreveu o mandatário.

Evo ainda expressou os sentimentos, "em nome do povo boliviano, às famílias das vítimas".

Ataque a tiros

Um jovem de 17 anos e um homem de 25 invadiram a Escola Estadual Raul Brasil na manhã desta quarta-feira (13/03), em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, e assassinaram oito pessoas, incluindo cinco alunos e dois funcionários do colégio.

De acordo com as autoridades, os autores do crime, que também morreram no massacre, haviam planejado o ataque durante um ano realizando pesquisas e participando de fóruns de debate da "Deep Web" sobre atentados em escolas nos EUA.

*Com teleSur

Reprodução/Facebook
De acordo com as autoridades, os autores do crime haviam planejado o ataque durante um ano

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