Um mês depois da tentativa de golpe, Maduro destaca união cívico-militar como garantia de paz

"Vitoriosos, felizes e juntos, mas com os olhos bem abertos", afirmou o presidente venezuelano

Redação

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reiterou neste sábado (23/03) que a nação latino-americana enfrenta "as mais fortes agressões imperialistas que a República já viveu em 200 anos".

Nas proximidades do Palácio de Miraflores (sede do governo), onde liderou a Marcha do Povo Bolivariano ´`para a Paz e Contra o Terrorismo, Maduro disse que "falhou o golpe de Donald Trump e de seus fantoches e palhaços que pretendiam assaltar o poder".

"Estamos na batalha, ninguém aqui abaixa a guarda. Vitoriosos, felizes e juntos, mas com os olhos bem abertos", disse Maduro diante da multidão que ocupou a avenida Urdaneta, no centro de Caracas. 

O chefe de Estado lembrou que, diante da investida do governo dos Estados Unidos e da direita venezuelana, o povo chavista continua sendo "a maior garantia de paz, democracia e soberania da pátria". "Nossa poderosa união cívico-militar nos permitiu continuar marchando pelo caminho da paz", disse ele.

Maduro também denunciou que uma célula terrorista que está sendo desmantelada pelas forças de segurança do Estado pretendia trazer mercenários da Colômbia e da América Central para realizar ações violentas em diferentes regiões do país. "A direita fascista, com o fracasso de seus planos, quer a violência", alertou Maduro. "Império é louco e calcula errado em sua excessiva ambição".

Neste sentido, o presidente assegurou que, contra os terroristas, cujos novos planos foram expostos ao país pelo ministro da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez, a justiça será feita. "Vamos capturá-los e entregá-los à Justiça", assegurou o presidente Maduro.

Reprodução/Twitter Presidencial Ven
"Nossa poderosa união cívico-militar nos permitiu continuar marchando no caminho da paz", declarou Maduro

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