EUA: Ex-conselheiro de Trump é condenado a três anos de prisão

Roger Stone foi condenado no âmbito do inquérito sobre a interferência russa nas eleições norte-americanas de 2016

Redação

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Washington (Estados Unidos)

O ex-conselheiro informal de Donald Trump, Roger Stone, foi condenado nesta quinta-feira (20/02) a três anos e quatro meses de prisão no âmbito do inquérito sobre a interferência russa nas eleições nos Estados Unidos. 

O norte-americano foi sentenciado por obstruir a investigação do Congresso sobre o caso e fornecer falso testemunho. A medida foi anunciada em um tribunal federal e ainda cabe recurso. 

Além disso, Stone precisará pagar uma multa de S$20 mil. De acordo com a juíza Amy Berman Jackson, Stone cometeu os crimes de forma planejada e deliberada e foi denunciado não por tentar defender Trump, e sim por tentar encobri-lo. 


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Pouco tempo antes da decisão ser anunciada, Trump afirmou que no momento não pretende fazer nada, mas sua intenção é "perdoar" o amigo. "Pessoalmente, adoraria fazer isso, porque ele foi tratado de maneira muito injusta", disse o republicano, ressaltando que, antes de pensar em comutar a pena, é preciso aguardar a conclusão do processo. 

Flickr/Victoria Pickering
Roger Stone foi condenado no âmbito do inquérito sobre a interferência russa nas eleições norte-americanas de 2016

Stone foi preso a pedido do procurador especial do inquérito, Robert Mueller, em janeiro de 2019, mas hora depois ele foi libertado mediante pagamento de fiança de US$250 mil. 

Na ocasião, o estrategista chamou atenção dos investigadores depois de publicar uma mensagem no Twitter dando sinais de que tinha conhecimento sobre o vazamento de e-mails roubados do ex-chefe de campanha da democrata Hillary Clinton, John Podesta, por parte do WikiLeaks. 

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