Sexta-feira, 15 de maio de 2026
APOIE
Menu

O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou seus primeiros decretos após tomar posse nesta quarta-feira (20/01) e reverteu diversas medidas tomadas por seu antecessor, o republicano Donald Trump.

As primeiras resoluções do democrata visam recolocar os EUA no Acordo de Paris e na Organização Mundial da Saúde (OMS).

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Não há hora melhor para começar do que agora. Eu vou começar cumprindo as promessas que fiz ao povo americano”, disse o presidente em sua primeira aparição no Salão Oval da Casa Branca.

Ao todo, Biden assinou 17 atos executivos e a maioria deles reverte medidas que foram tomadas por Trump.

Mais lidas

Outros decretos também determinam o fim do veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA, a paralisação da construção do muro na fronteira com o México e a determinação de obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados.

Após assinar os primeiros decretos, Biden afirmou que o ex-presidente Trump deixou uma carta “muito generosa” para ele, mantendo uma tradição entre presidentes e seus sucessores. “Como é particular, não falarei sobre ela até que converse com ele, mas era muito generosa”, disse o novo presidente.

Primeiras resoluções do novo presidente visam retorno dos EUA ao Acordo de Paris, à OMS e interrupção da construção do muro na fronteira com México

AFP/Télam

Primeiras resoluções do novo presidente visam retorno dos EUA ao Acordo de Paris e à OMS

Jerusalém e Guaidó

Apesar de romper com alguns dos legados deixados por Trump, o governo de Biden vai manter uma das medidas mais controversas do republicano: a transferência da embaixada norte-americana em Israel para Jerusalém. Além disso, permanecerá reconhecendo o ex-deputado Juan Guaidó como “presidente interino” da Venezuela.

Em audiência no Senado nesta terça-feira (19/01), o indicado de Biden para o cargo de secretário de Estado, Anthony Blinken, foi questionado pelo republicano Ted Cruz se os EUA vão manter sua posição sobre Jerusalém e sua embaixada na cidade. “Sim e sim”, respondeu Blinken, sem hesitação.

Além disso, Blinken disse aos membros do Senado dos EUA que Biden buscaria “alvos mais eficazes” das sanções contra a Venezuela, com o objetivo de destituir o presidente Nicolas Maduro. O novo secretário disse que o governo continuará reconhecendo Guaidó. 

*Com Sputnik