Quarta-feira, 4 de março de 2026
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Neste domingo (19/02), militares sírios informaram que cinco pessoas morreram em Damasco, capital do país, após um ataque que teria sido operacionalizado por Israel.

Imagens mostram edifícios e casas destruídos na região central da cidade. Densamente povoada, a área abriga um complexo de segurança e prédios residenciais

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De acordo com agências internacionais, o governo Israelense não comentou o assunto. O país opera ataques frequentes na Síria, sob justificativa de atingir alvos ligados ao Irã e militantes do Hezbollah. 

A ofensiva deste domingo ocorre menos de duas semanas depois que um terremoto de magnitude altíssima atingiu o noroeste sírio e partes da Turquia. As duas nações ainda enfrentam as consequências do desastre, que matou mais de 45 mil pessoas. 

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No mês passado, o aeroporto internacional de Damasco sofreu um ataque, que segundo o exército sírio, também seria de autoria de Israel. Na ocasião, quatro pessoas morreram.

Região central da capital Damasco foi atingida e pelo menos cinco pessoas morreram, segundo autoridades

Anjči/Flickr

Ofensiva deste domingo ocorre menos de duas semanas depois que um terremoto de magnitude alta atingiu o noroeste sírio

Liderança capturada

Um dia antes do ataque, o Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) alegou ter capturado e matado um líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria. As informações foram divulgadas nas redes sociais do órgão.

Segundo o Centcom, o líder era um oficial “envolvido no planejamento de ataques a centros de detenção e na fabricação de dispositivos explosivos”.

A captura, teria ocorrido em um ataque de helicóptero ao leste da Síria, no sábado (19/02). Apesar do comunicado, as forças de defesa estadunidenses não apresentaram nenhuma evidência da ação.

No mesmo dia, o Centcom relatou a queda de dois foguetes perto de uma base das forças de coalização, frente que é liderada pelos EUA.

Ainda de acordo com o comando, não houve mortes de civis e de militares dos Estados Unidos e nem danos a equipamentos e infraestrutura em nenhuma das ocasiões.

Na sexta-feira (17/02), o órgão havia informado a morte de Hamza al-Homsi, um líder sênior do Estado Islâmico. Nesse ataque, quatro soldados estadunidenses teriam se ferido.