Sábado, 17 de janeiro de 2026
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Deixar Gaza significa não voltar, e isso não vai acontecer. Vamos resistir à situação porque nosso povo tem direito de viver de forma digna em uma Palestina livre”, declarou o primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (13/10). 

“Estamos aqui desde 1950 e rejeitamos esse plano. Vamos continuar em nossas casas, deixar Gaza é uma coisa que não vai acontecer. Estamos comprometidos com nosso povo”, argumentou. 

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“O povo palestino está testemunhando massacres e pedimos que isso acabe agora, imediatamente, não amanhã”, instou o representante palestino ao afirmar que a população precisa de uma passagem segura para providenciar suprimentos médicos, comida e tratamento para os feridos. 

O premiê ainda classificou a situação como “catastrófica” e de “limpeza étnica”.

A declaração de Shtayyeh ocorre algumas horas após as Forças Armadas de Israel (FDI) informarem à Organização das Nações Unidas (ONU) que os civis palestinos da Faixa de Gaza têm 24 horas para se deslocar da região, indicando uma invasão. 

Mohammad Shtayyeh afirma que, apesar de genocídio e massacre do exército israelense, povo palestino faz resistência e não vai deixar território