Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O presidente sírio, Bashar al Assad, disse neste domingo (03/06), em um discurso realizado na sede do Parlamento do país, que existe uma “conspiração” internacional contra a Síria. Ele chamou o recente massacre ocorrido na cidade de Houla, onde morreram mais de 100 pessoas, muitas delas crianças, de “abominável”. Segundo Al Assad, “nem mesmo monstros poderiam ter cometido tais atos”.

Segundo o chefe de Estado, o país enfrenta uma “verdadeira guerra” e é preciso distinguir entre a “política e o terrorismo” para solucionar a atual crise. O líder destacou que a Síria “não enfrenta um problema político, mas um projeto para a destruição da nação cujo instrumento é o terrorismo”.

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Para Assad, o país está envolvido em uma “verdadeira guerra” contra o terrorismo que, na sua opinião, merece um tratamento “diferente ao dos assuntos internos”.

“As portas ainda estão abertas para quem queira uma reforma verdadeira”, disse o presidente, garantindo disposto a travar um “diálogo incondicional” e contrário a qualquer “ingerência estrangeira”.

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Presidente sírio realizou discurso no Parlamento e diz que o país enfrenta um projeto de destruição pelas vias do terrorismo

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O presidente também pediu aos opositores envolvidos no confronto que não cometeram delitos de sangue para se entregarem, pois se comprometeu em não puni-las.

“Vamos continuar a enfrentar o terrorismo de forma firme, deixando a porta aberta para aqueles que quiserem voltar”, afirmou. “Peço a todos aqueles que ainda hesitam em fazê-lo para dar esse passo. O Estado não vai retaliar.”

Ele deu as declarações um dia depois de o enviado internacional Kofi Annan ter dito que o espectro da guerra civil total crescia diariamente na Síria e que o mundo precisava ver ações, não palavras, de Assad.

(*) com agências de notícias internacionais

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