Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O presidente sírio, Bashar Al Assad, alertou nesta quarta-feira (01/08) que há agentes internos que ajudam “inimigos estrangeiros a desestabilizar o país”. Desde março de 2011, oposicionistas ao governo insistem na renúncia de Assad, o que provocou um sangrento conflito interno.

A estimativa de organizações não governamentais é que mais de 19 mil pessoas tenham morrido na região devido à intensa onda de violência que vai completar 17 meses.

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“As Forças Armadas travam uma batalha heroica e crucial, da qual depende o destino do nosso povo e da nossa nação, porque o inimigo está hoje entre nós, utilizando agentes internos como meio para desestabilizar a pátria, a segurança dos cidadãos e explorando os nossos recursos econômicos e científicos”, disse Assad.

Ele discursou durante a revista do Exército, no 67º aniversário das Forças Armadas. Assad disse ainda que as Forças Armadas são o “escudo da pátria” contra “conspirações de bandos de criminosos e terroristas”. “O Exército é motivo de orgulho e um defensor das causas justas”, sintetizou.

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Segundo o presidente, o povo sírio provou não se deixa “domar” facilmente pelos “enredos” estrangeiros. “Quiseram confiscar do povo a decisão, mas foram surpreendidos por um povo orgulhoso que desafia seus planos”, ressaltou ele.

A porta-voz da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) na Síria, Sausan Ghosheh, afirmou que a situação na cidade de Alepo, que passa pelo 12º dia de confrontos intensos, é terrível, com “uso intenso de armas pesadas”, incluindo tanques de guerra – que agora os rebeldes também possuem.

“Ontem (terça-feira), pela primeira vez, nossos observadores testemunharam disparos vindos de uma aeronave”, disse a porta-voz. Segundo ela, também existe “falta de comida, combustível, água e gás.”

Desde março de 2011, oposicionistas insistem na renúncia do presidente, o que provocou um sangrento conflito interno

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