Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A audiência preliminar prevista para esta quinta-feira (08/05) sobre o caso do opositor venezuelano Leopoldo López, preso desde 18 de fevereiro acusado de incidentes violentos após uma manifestação em Caracas, foi suspensa, informou a conta do dirigente no Twitter.

“Leopoldo chegou ao Palácio de Justiça. Suspenderam a Audiência. Nesse momento, estão o transferindo de novo à prisão de Ramo Verde”, indica a conta de López, gerenciada por sua mulher, Lilian Tintori.

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Agência Efe (18.fev)

Leopoldo López (de camiseta branca) se entrega à Guarda Nacional; audiência foi suspensa

O advogado Bernardo Pulido, membro da equipe de defesa de López, confirmou à Efe que a audiência na qual um Tribunal de Caracas deve opinar se a causa contra López será elevada a julgamento foi suspensa porque hoje “não tem escritório”, ou seja, que não estavam atendendo nessa corte.

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Pulido confirmou que, apesar de o tribunal não ter escritório, López foi transferido da penitenciária militar de Ramo Verde, aos arredores de Caracas, por isso ao se confirmar que o tribunal não funciona hoje foi enviado de novo ao local de reclusão.

Informação foi dada pelo perfil do político no Twitter; ele está preso desde o dia 18 de fevereiro, após incidentes em Caracas

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O advogado acrescentou que, como o tribunal não tem escritório, também não receberam nenhuma notificação sobre quando será a audiência.

O dirigente opositor é acusado dos crimes de autoria intelectual de incêndio intencional, instigação pública, de danos e de formação de quadrilha pelos atos violentos de 12 de fevereiro, quando uma marcha pacífica que López convocou se juntou com outra de estudantes na sede principal do Ministério Público.

Ao final, um grupo de encapuzados se afastou do grupo geral, quebrando o edifício do Ministério Público e incendiando vários veículos da polícia forense, em incidentes que deixaram três mortos e dezenas de feridos e detidos.

López, os estudantes e outros dirigentes opositores que convocaram a manifestação se disseram desvinculados desses atos violentos, que posteriormente levaram a uma onda de protestos antigoverno que levou a incidentes violentos com um saldo de 41 mortos.

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