Quarta-feira, 4 de março de 2026
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Cuba, Bolívia e mais sete países agora fazem parte do Brics. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (17/01) pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil, que está à frente da Presidência do grupo. Com os novos membros, o agrupamento diplomático passa a contar com os seguintes países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão. 

A categoria de país parceiro foi criada na XVI Cúpula do Brics, em Kazan, na Rússia, em outubro de 2024. Como parceiros, os novos integrantes têm posição inferior ao dos membros efetivos, mas contam com possibilidade de participarem de cúpulas e reuniões temáticas. 

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Na formação inicial, o grupo contava com Brasil, Rússia, Índia e China e tinha a sigla Bric. Em 2010, passou a contar com a África do Sul, adotando o nome de Brics. 

Marcelo Camargo / Agência Brasil
Brasil exercerá a presidência rotativa do BRICS durante o ano de 2025

Desde o dia 1 de janeiro, o grupo está sob presidência temporária do Brasil, com duração de um ano. No entanto, a inclusão dos membros mais recentes foi realizada sob presidência da Rússia, em 2024.  

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As negociações para que o grupo se abrisse a novos parceiros tiveram início em 2023. Na cúpula daquele ano, na África do Sul, foi aprovada a entrada de mais seis países: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. A Arábia Saudita ainda não aceitou formalmente o convite. A Argentina fez parte da lista, mas, após a posse de Javier Milei, desistiu de integrar o bloco.   

Em nota publicada no site oficial, o MRE destacou o ingresso da Nigéria no agrupamento.  

“Sendo a 6ª maior população do mundo e a 1ª do continente africano, além de uma das maiores economias da África, a Nigéria possui interesses convergentes com os demais membros do agrupamento, atuando ativamente no fortalecimento da cooperação do Sul Global e na reforma da governança global, temas prioritários para a atual presidência brasileira”, informa o comunicado.