Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
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A Comissão Europeia anunciou hoje (3) apoio ao plano de austeridade fiscal proposto ontem pela Grécia, que faz parte da União Europeia e passa por uma grave crise econômica. No entanto, ressaltou que supervisionará o cumprimento dele.

O primeiro-ministro grego, George Papandreou, anunciou uma reforma do sistema fiscal e o congelamento dos salários dos funcionários públicos, entre outras medidas para combater a crise. Também será implementado imediatamente um aumento no imposto sobre o combustível e o congelamento dos salários de todo o setor público, indicando que pode haver um aumento na idade de aposentadoria dos servidores.

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“Estamos passando por uma crise sem precedentes”, disse Papandreou em um discurso transmitido pela tevê ontem. “É uma prioridade absoluta reduzir o déficit. Através do aumento da receita, da redução do desperdício e através do corte de gastos”.

Orestis Panagiotou/EFE

 

Vista da fachada do Banco Central grego; dívida pública do país ultrapassa os 300 milhões de euros



Segundo um comunicado à imprensa divulgado pela rádio TSF, a Comissão Europeia partilha “os objetivos ambiciosos que o governo grego fixou para a redução do déficit, assim como as medidas orçamentárias e as reformas estruturais anunciadas no programa de estabilidade”.

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Entretanto, a comissão alerta igualmente para o uso de “instrumentos de vigilância orçamentária e econômica previstos” nos tratados europeus. “Exigimos explicações detalhadas das medidas e do calendário de sua aplicação”.

A União Europeia decidiu ainda abrir um processo de infração contra a Grécia pela falta de confiabilidade das suas estatísticas sobre o déficit orçamentário, sugerindo que o país “falhou” neste aspecto.

A Grécia vive uma explosão de seu déficit público (12,7% do Produto Interno Bruto) e sua dívida pública (113,4% do PIB) em 2009, o que ultrapassa em muito o limite máximo estipulado pelo pacto de estabilidade do euro.

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