Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Um time de inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que fez uma visita de dez dias à usina de Fukushima, afirmou que o Japão fez progressos para estabilizar as instalações, mas ressaltou que a descontaminação da planta será um processo “extremamente complicado”.

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Os especialistas foram convocados pelo governo do Japão para avaliar diversas operações da usina, que fazem parte do programa de desmantelamento das instalações nucleares. O foco da equipe era avaliar a remoção de combuistível do reator 4.  De acordo com a BBC, os inspetores afirmaram que os vazamentos de água radioativa estão controlados e que a retirada de combustível radioativo tem ocorrido sem incidentes. 

“O time considera que a situação permanece muito complexa e que ainda há muitas questões desafiadoras que precisarão ser resolvidas para a estabilidade a longo prazo da planta”, afirmou Juan Carlos Lentijo, chefe da missão.

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Agência Internacional de Energia Atômica, no entanto, disse que o Japão fez progressos no controle da situação

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Para os especialistas, o estoque de água radioativa continua a ser o maior problema das autoridades japonesas. Por enquanto, a água continua estocada no local.

A agência afirma que uma solução seria lançar a água ao mar, após um processo de descontaminação.  A sugestão encontra resistência em diversas frentes, desde a comunidade internacional até pescadores locais, que já foram prejudicados pelos vazamentos da usina.  

Estima-se que o processo de desmantelamento de Fukushima levará entre 30 e 40 anos.

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