Sábado, 7 de março de 2026
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O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, exerceu seu direito de voto neste domingo, 27 de julho, nas eleições municipais para 335 prefeituras e na Consulta Popular da Juventude.

Nas palavras do presidente Maduro: “em 12 meses, vivemos um feito único. A Venezuela foi às urnas sete vezes. Há um ano, votávamos para eleger o presidente da República, porque na Venezuela o presidente não é nomeado pelo império, é eleito pelo povo. Lembremo-nos de quando tentaram impor um palhaço, aquele Guaidó. Ninguém se lembra dele. Quem sabe, um dia o ICE o apanhe e não o envie, e Diosdado o receba”.

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Durante sua participação nas eleições de domingo, Nicolás Maduro destacou o caráter inédito desta eleição que, além de eleger os 335 prefeitos e vereadores do país, também realizou pela primeira vez uma consulta nacional, permitindo que os jovens votassem diretamente em seus próprios projetos.

Do circuito comunitário Simón Bolívar, onde foi exercer seu direito de voto ao lado da primeira combatente, Cilia Flores, o presidente enfatizou que o país vivenciou uma sequência de sete processos eleitorais nos últimos doze meses, todos de âmbito nacional. Essa dinâmica, afirmou, constitui um “feito democrático” e um exemplo de participação popular.

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Democracia direta

Maduro listou os marcos recentes dessa agenda cívica: desde as eleições presidenciais de julho passado, passando por diversas consultas sobre projetos comunitários, até as eleições para juízes de paz, legisladores e governadores.

‘É hora de construir uma democracia direta, onde o povo governe, não as elites milionárias’, afirmou o presidente venezuelano
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Ele enfatizou que esses processos foram impulsionados pela base, por meio de mais de cinco mil circuitos comunitários organizados pelo poder popular. “Na Venezuela, o presidente é eleito pelo povo, não por uma potência estrangeira”, afirmou o presidente, aludindo às tentativas de interferência internacional na política interna do país.

Maduro também salientou a necessidade de transformar as estruturas tradicionais de governo: “a democracia não pode se reduzir ao voto a cada quatro ou cinco anos. O modelo ocidental está esgotado. É hora de construir uma democracia direta, onde o povo governe, não as elites milionárias.”