Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Pelo menos 11 pessoas morreram e 31 ficaram feridas em Karachi, a sul, e em Peshawar, no noroeste do Paquistão, em dois ataques com bombas. As explosões ocorreram algumas horas depois da abertura das urnas para as eleições legislativas para o país. A participação, até ao meio-dia, foi de cerca de 30% da população, segundo a comissão eleitoral paquistanês. Entre os 11 mortos, está uma criança de cerca de três anos. Outras 23 pessoas ficaram feridas, segundo o jornal português o Público.

O talibã reconheceu a autoria do primeiro atentado em Karachi; o grupo se opõe  à maneira como as eleições estão sendo conduzidas e ao sistema político do país.  O ataque visava o candidato do Partido Nacional Awami, que circulava  em um carro oficial. A explosão, no entanto, atingiu outro candidato, Amanullah Mehsud, que transitava entre a seção de voto e a sede do seu partido. Um dos seus seguranças foi morto, informou a polícia local.

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Já em Peshawar, oito pessoas ficaram feridas na explosão da bomba, revelou um responsável do hospital onde as vítimas foram atendidas. A bomba foi colocada numa seção de votos só para mulheres.

Agência Efe

Mais de 86 milhões de pessoas eram esperadas a comparecer na urnas neste sábado (11/05)

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O talibã havia anunciado na semana passada que realizaria ataques durante a eleição. O grupo é suspeito também de ter sequestrado o filho de um antigo primeiro-ministro do Partido do Povo Paquistanês.

São 11 mortos e 31 pessoas feridas nos ataques; paquistaneses elegem neste sábado representantes à Assembleia Nacional

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Por meio de um porta-voz, o líder talibã  Hakimullah Mehsud diz que haverá atentados nas quatro província que compõem o Paquistão e explica que o grupo “não aceita o sistema de infiéis (ao islamismo) a que chamam democracia”. 

Mais de 86 milhões  paquistaneses são esperados para votar. Eles vão escolher os 342 deputados à Assembleia Nacional e os representantes às quatro assembleias das províncias. O partido mais votado será convidado a formar governo.

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