Sábado, 12 de setembro de 2026
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Combatentes curdos entraram na cidade iraquiana de Sinjar nesta sexta-feira (13/11), um dia após lançarem ofensiva para expulsar militantes do Estado Islâmico.

Sinjar foi dominada pelo Estado Islâmico em agosto do ano passado, e desde então os militantes do grupo extremista têm assassinado ou escravizado a população local, formada principalmente pelo grupo étnico yazidi.

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A operação “Libertação de Sinjar” começou ontem com a participação de 7,5 mil “peshmergas” (como são chamados os combatentes curdos) e yazidis e sob o comando de Barzani, além do apoio de ataques aéreos da coalização liderada pelos Estados Unidos no combate ao Estado Islâmico.

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O presidente regional do Curdistão Iraquiano, Masoud Barzani, declarou que a cidade já foi libertada do Estado Islâmico e retomada pelos curdos. No entanto, o major Ghazi Ali, que supervisiona uma das unidades curdas na ofensiva, afirmou que é cedo demais para declarar vitória. “Não posso dizer que a operação está completa porque ainda há ameaças na cidade”, afirmou Ali à agência de notícias AP.
 

Cidade foi dominada pelo EI há mais de um ano; líder curdo anunciou retomada, ainda não confirmada por militares curdo e norte-americano no terreno

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O coronel Steven Warren, porta-voz da coalizão liderada pelos EUA, confirmou a entrada dos combatentes curdos na cidade, mas também ressaltou que a Sinjar ainda não foi retomada. John Kerry, secretário de Estado dos EUA, disse hoje que está “confiante” de que a cidade será libertada do EI nos próximos dias.

A agência de notícias curda Rudaw publicou em seu perfil no Twitter várias imagens e vídeos da entrada dos combatentes curdos em Sinjar.

A operação é o maior esforço coordenado até agora para retomar áreas dominadas pelo EI e é um teste para os planos dos EUA de derrotar o grupo com o auxílio de combatentes curdos no terreno.

Também nesta sexta-feira, forças iraquianas lançaram uma ofensiva contra os militantes do Estado Islâmico em Ramadi, na tentativa de retomar a cidade que fica a 90 quilômetros de Bagdá.

 

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