Terça-feira, 21 de abril de 2026
APOIE
Menu

A polícia do Equador conseguiu retomar o controle do presídio El Litoral, em Guayaquil, na noite desta quinta-feira (30/09). O local havia sido controlado por gangues rivais que promoveram o maior massacre do tipo da história do país, com ao menos 118 mortos e 86 feridos. 

“Tudo está calmo e os detentos estão nas suas celas”, disse a comandante da polícia, Tanya Varela, em uma coletiva de imprensa. Ao todo, a operação envolveu 900 agentes, dos quais dois ficaram feridos. 

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Os confrontos entre grupos rivais de narcotraficantes começaram no dia 28 de setembro e foram muito violentos. Segundo a mídia local, alguns dos detentos foram decapitados nas celas. 

A Procuradoria-Geral informou que a briga generalizada ocorreu por dois motivos: “a luta pelo poder dentro do cárcere e a intenção das autoridades nacionais de transferir chefes de organizações criminosas para outros presídios do país”. 

Mais lidas

Por conta da crise, o presidente do país, Guillermo Lasso, decretou estado de exceção em todo o sistema presidiário equatoriano e prometeu iniciar uma reforma a partir de El Litoral. 

Essa é a terceira rebelião que ocorre no Equador desde o início do ano. Em fevereiro, 79 presos foram assassinados em vários centros de detenção do país e, em julho, outros 22 foram mortos nos presídios de Guayas e Cotopaxi.

Ao menos 118 detentos morreram e 86 ficaram feridos no massacre em penitenciária de Guayaquil; presidente decretou estado de exceção em presídios

Reprodução/ @FFAAECUADOR

Polícia do Equador conseguiu retomar o controle do presídio El Litoral, em Guayaquil, nesta quinta