Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A reunião de cúpula do G20, grupo dos países mais desenvolvidos do mundo e a União Europeia, foi marcada por dois temas que ofuscaram as discussões sobre economia que deveriam ter pautado o encontro: a possível intervenção na Síria e os episódios de espionagem eletrônica envolvendo os EUA e outros países, principalmente o Brasil. Os dois temas foram também o destaque da semana em Opera Mundi.
 
Nesta semana, a possibilidade de uma intervenção militar no país árabe cresceu muito. Os Estados Unidos, que ainda procuram o Congresso, e a França deixaram claro que não vão esperar um estudo da ONU para participar de um ataque. Entre os ausentes, a grande surpresa foi o Reino Unido, fato que foi entusiasticamente celebrado por Tariq Ali. A Rússia, por sua vez, afirmou que apoiará o governo Assad em caso de ataque estrangeiro, e foi seguida pela China. A ONU, por enquanto, não divulgou qualquer resultado e pediu uma solução política. Artigo de Roque Monteleone lembra a cronologia do uso de armas químicas com o Iraque e faz paralelo com a Síria.
 

Especial relembrará aniversário de 40 anos do golpe militar no Chile

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Reportagem do Fantástico revelou que a presidente Dlma Rousseff e o então candidato à Presidência do México, Enrique Peña Nieto, foram grampeados por órgãos de espionagem norte-americanos, o que causou profunda irritação de Dilma. O caso gerou até solidariedade de seu adversário político, José Serra. A presidente chegou ao ponto de cancelar o envio da equipe que prepararia sua visita aos EUA e ainda cogita desistir de sua viagem marcada para outubro. Após encontro com o presidente norte-americano, Dilma afirmou que Obama assumiu responsabilidade pessoal pela investigação do caso. Já os BRICS, em comunicado conjunto, classificaram o episódio da espionagem como terrorismo. Veja especial do Wikileaks sobre as empresas que lucram com a espionagem.

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Opera Mundi começou nesta semana a publicar um especial sobre os 40 anos de golpe militar no Chile. Após 23 anos da volta da democracia, país pode se orgulhar de ter condenado os repressores, no entanto, o ditador Augusto Pinochet continua impune. E conheça também a história dos seguranças de Allende que ficaram a seu lado até o suicídio.
 

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