Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) informou neste sábado (02/08) que as companhias aéreas norte-americanas devem voar acima dos 30 mil pés (10 mil metros) ao sobrevoarem o território iraquiano por conta dos “potenciais perigos” relacionados ao conflito no país.

Em comunicado publicado em seu site, a agência elevou assim sua ordem prévia de proibir os voos abaixo dos 20 mil pés (6.100 m) e justificou essa decisão com a “potencialmente perigosa situação gerada pelo conflito armado no Iraque”.

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No entanto, esta medida só é obrigatória para as companhias aéreas dos EUA, embora outros países da Europa também tenham elevado suas medidas de segurança. Além disso, os voos em direção e a partir dos aeroportos de Erbil e Sulaymaniyah, no norte do Iraque, também estão temporariamente proibidos.

Decisão foi tomada devido aos "potenciais perigos" decorrentes do conflito armado no território iraquiano

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As autoridades temem que as forças do grupo jihadista Estado Islâmico, que controlam grandes regiões do Iraque, disponham de mísseis antiaéreos, os mesmos que foram usados para abater o avião malaio no leste da Ucrânia, uma tragédia que resultou na morte de 298 pessoas no último dia 17 de julho.

Posteriormente, depois que um foguete procedente de Gaza caiu a uma distância de menos de um quilômetro do aeroporto de Tel Aviv, a FAA também cancelou temporariamente os voos em direção à capital israelense. 

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