Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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As forças de segurança da Guiné-Bissau dispersaram uma manifestação que pedia a libertação do primeiro-ministro do país, Carlos Gomes Júnior, que foi detido durante um golpe de Estado na última quinta-feira (12/04). Vários manifestantes ficaram feridos.

O primeiro-ministro era o principal candidato nas eleições presidenciais que deveriam ser realizadas ainda neste mês. Acredita-se que ele tenha sido levado para um quartel militar guineense, juntamente com o presidente interino, Raimundo Pereira.

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Neste sábado (14), em encontro com partidos políticos locais, os militares que deram o golpe de Estado disseram ter planos de restituir o poder civil.

Também neste sábado, a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), da qual o Brasil faz parte, aprovou resolução pedindo um “plano de ação imediata” para reagir ao golpe militar na Guiné-Bissau. O plano inclui, entre outras coisas, a constituição de uma força, mandato definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, para garantir a manutenção da paz e da segurança, a proteção de autoridades civis e da população, a conclusão do processo eleitoral, previsto para o próximo dia 29, e uma reforma nos setor de defesa e segurança no país.

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Militares que deram o golpe de Estado disseram ter planos de restituir o poder civil.

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