Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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O exército iraquiano anunciou neste domingo (15/06) que matou 279 insurgentes sunitas nas ultimas 24 horas em ataques nas províncias de Saladino (ao norte de Bagdá), Diyala (leste) e Ninawa (norte). Em entrevista coletiva em Bagdá, o porta-voz das Forças Armadas, Qasem Ataa, afirmou que as tropas continuarão realizando ataques com respaldo aéreo contra os insurgentes sunitas liderados pelo EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante).

Agência Efe

Voluntários se apresentam na cidade de Karbala para lutar contra insurgentes sunitas

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Nessas províncias, as Forças Armadas incendiaram, além disso, 14 veículos carregados com armas e com rebeldes. A aviação destruiu também o suposto esconderijo onde estava a chefia do EIIL, na base Al Qayada, segundo o porta-voz. Ataa destacou o ataque na cidade de Tal Afar, na província de Ninawa, onde as forças de segurança, com a ajuda dos moradores vizinhos, repeliram um ataque dos insurgentes e mataram a dezenas deles.

Outros 30 supostos membros do EIIL foram abatidos no norte da província de Babel, a cerca de 100 quilômetros ao sul de Bagdá, disse Ataa.

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Porta-voz das Forças Armadas do Iraque afirmou também que autoridades retomaram controle de cidade nas mãos de jihadistas

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“O Exército recuperou a iniciativa. As Forças Armadas avançam gradualmente nas zonas controladas pelos terroristas”, ressaltou. Como exemplo, o porta-voz apontou que as autoridades retomaram o controle da população de Azim, em Diyala, que havia caído nas mãos dos insurgentes. Ataa assegurou que a situação em Bagdá está “totalmente controlada” e que estão levando a cabo operações militares preventivas.

Voluntários

Ainda neste domingo, o governo pediu a participação de voluntários para lutar contra os jihadistas. O conselheiro da Segurança Nacional do Iraque, Faleh al Fayyad, explicou em entrevista coletiva em Bagdá que o órgão já abriu centros de inscrição em todas as províncias.

“A prioridade será para os homens que contarem com instrução militar e possuam armas. A mobilização acontecerá conforme a lei e a Constituição”, ressaltou Al Fayyad, que acrescentou que as autoridades locais proporcionarão os recursos necessários.

O Iraque se encontra imerso em um conflito armado desde na semana passada, quando insurgentes sunitas liderados pelo EIIL lançaram uma ofensiva no norte do país.

Os insurgentes ficaram com o controle de várias zonas, entre elas Mossul (a segunda maior cidade do país e capital de Ninawa), e ameaçam avançar até Bagdá. 

(*) Com Efe

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