Quarta-feira, 9 de setembro de 2026
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Agência Efe

O premiê irlandês, Enda Kenny, foi um dos principais defensores do “sim”

Os irlandeses aprovaram nesta sexta-feira (01/06) a participação do país no pacto fiscal europeu, segundo dados oficiais definitivos divulgados nesta tarde. O país foi o único membro da União Europeia que levou a medida a escrutínio popular. Com a decisão, o premiê tem permissão constitucional para ratificar o tratado.

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Do total de participantes, 60,3% optaram pelo “sim”, no referendo realizado na quinta-feira. O “não”, apoiado pelos sindicatos, contou com apenas 39,7%, segundo a organizadora da apuração, Riona Ni Fhlanghaile.

O “sim” contou com forte apoio do governo do primeiro-ministro Enda Kenny. A vitória “é mais um suspiro de alívio do governo do que uma celebração”, afirmou o ministro dos Transportes irlandês, Leo Varadkar, citado pelo Irish Times.

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Já o “não” venceu só em cinco dos círculos eleitorais, na província de Donegal, no norte e em algumas zonas da capital Dublin.
 

Com 60,3% dos votos, país é o único da UE a aprovar o acordo via voto popular

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Mais de 3,1 milhões de irlandeses estavam habilitados a votar. Entretanto, houve alto índice de abstenção, chegando a 50,6%.

O pacto precisa da ratificação de 12 países-membros para entrar em vigor. A Comissão Europeia elogiou a decisão dos irlandeses.

 
O tratado foi aprovado por 25 dos 27 países do bloco, contando com a exceção de Reino Unido e República Tcheca. Apenas os países que ratificam o pacto tem acesso ao fundo de empréstimo permanente do bloco.