Quinta-feira, 5 de março de 2026
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Em raro momento de unidade na região, líderes árabes parabenizaram nesta sexta-feira (05/07) o Egito por ter deposto Mohamed Mursi do cargo de presidente. Em diferentes meios, Síria, Emirados Árabes, Jordânia, Arábia Saudita entre outros países afirmaram estar ao lado das Forças Armadas egípcias, “na luta contra o tom ditatorial da Irmandade Muçulmana”.

“O Exército trabalhou para salvar o Egito dessa situação crítica de escuridão”, afirmou o rei saudita Abdullah.

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Agência Efe

Simpatizantes de Mursi saíram às ruas hoje para protestar contra a queda do presidente eleito há um ano

A Jordânia, por meio das Relações Exteriores, elogiou as manifestações da população egípcia, dizendo que “protestos deixaram o mundo chocado”. “Os egípcios, sobretudo os jovens, trouxeram um debate intelectual e moral à nação árabe”, disse o chanceler Nasser Judeh em nota oficial.

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Os Emirados Árabes Unidos, que tiveram sob a administração Mursi diversos problemas de ordem diplomática, afirmaram que “veem os acontecimentos no Egito com satisfação”. Mesmo o Catar, que teve relação próxima a Mursi, saudou calorosamente o exército egípcio pela deposição do presidente, em nota oficial do Sheik Tamim bin Hamad al-Thani.

A Síria, que também enfrenta uma crise civil entre secularistas e islâmicos – situação considerada por especialistas como o principal entrave da crise egípcia-, por meio do seu presidente,  Bashar al-Assad, se declarou favorável à deposição. O argumento é que o “fundamentalismo islâmico não pode ser modelo de governo”. “A Irmandade Islâmica caiu de forma rápida porque o que fazem é errado. Eles construíram o governo em um princípio (islamismo) errado, que com certeza cairia”.

Síria, Emirados Árabes, Jordânia e Arábia Saudita defenderam a intervenção das Forças Armadas egípcias

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