Sábado, 7 de março de 2026
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O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta terça-feira (08/05) que a França, a Alemanha e o Reino Unido lamentam a decisão de seu homólogo norte-americano, Donald Trump, de se retirar do acordo nuclear com o Irã.

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“França, Alemanha e Reino Unido lamentam a decisão americana de abandonar o acordo nuclear iraniano. O sistema internacional de luta contra a proliferação de armas nucleares está em jogo”, afirmou o mandatário em sua conta no Twitter.

Segundo ele, os países  trabalharão “coletivamente para conseguir um acordo mais ambicioso, que cubra a atividade nuclear depois de 2025, os mísseis balísticos e a estabilidade do Oriente Médio, sobretudo na Síria, no Iêmen e no Iraque”.

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Foto: European Parliament

Mandatário francês afirmou que trabalhará em novo acordo “mais ambicioso”

Trump anunciou que deixará pacto nesta terça-feira (08/05); mandatário francês afirmou que trabalhará em novo acordo ‘mais ambicioso’

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Macron conversou por telefone com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com a primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o anúncio feito por Trump. O presidente francês viajou recentemente para os EUA para tentar persuadir Trump a não abandonar o pacto.

O anúncio de que os EUA abandonariam o tratado foi feito por Trump nesta terça durante discurso proferido na Casa Branca. O pacto foi assinado em 2015 durante o governo do democrata Barack Obama.

Acordo

O acordo nuclear com o Irã, em vigor desde outubro de 2015, mas aplicado de fato em janeiro de 2016 após a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) certificar que o programa nuclear iraniano tem fins pacíficos, prevê que o Irã não possa fabricar bombas atômicas.

Em troca, sanções de países e da ONU relacionadas ao programa nuclear do Irã foram retiradas imediatamente, incluindo as aplicadas aos setores de finanças, comércio e energia. Bilhões de dólares de bens congelados também foram liberados.

Além de Irã e EUA, o pacto tem como signatários a China, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e União Europeia. Todos os países dizem que o tratado está sendo respeitado por Teerã.