Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
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A deputada nacional Mónica Macha questionou os sucessivos vetos de Javier Milei a leis aprovadas, alertando que, se o presidente conseguisse o que quer, “fecharia o Congresso sem sombra de dúvida”. A congressista da oposição, Partido Nacional e Popular, convocou a população a expressar sua opinião nas próximas eleições legislativas.

Macha enfatizou que a sessão desta quarta-feira (20/08) na Câmara dos Deputados é necessária, pois pode se sustentar a rejeição do veto às leis de Emergência para Pessoas com Deficiência, à moratória das pensões, às pensões e ao orçamento extraordinário para a reconstrução da cidade de Bahía Blanca após a trágica tempestade que sofreu meses atrás.

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“Podemos conseguir a rejeição dos vetos”, disse a representante em entrevista ao programa AM750. “Estamos trabalhando com os esforços que nossos colegas estão empreendendo para consolidar os dois terços dos votos necessários”, enfatizou.

A deputada denunciou a ação do presidente argentino: “Milei está constantemente atacando o Congresso. E é o único espaço, o único ramo do governo, que está lutando contra os avanços do poder executivo. Acho que, se dependesse de Milei, ele fecharia o Congresso sem problemas. Quando se olha para os comitês, os que funcionam são os que nós, da presidência da União pela Pátria, presidimos”.

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Vetos de Milei

Em 4 de agosto, o presidente argentino Javier Milei vetou oficialmente três leis aprovadas pelo Congresso que beneficiavam aposentados, pensionistas e pessoas com deficiência.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União, anula a regulamentação que havia sido aprovada com amplo apoio legislativo em 10 de julho, marcando um novo capítulo no confronto entre o Poder Executivo e o Parlamento.

Na área da invalidez, o veto anulou a declaração de estado de calamidade pública sobre o assunto, a criação de uma previdência complementar compatível com o emprego formal e a atualização automática das tarifas para os prestadores do sistema.