Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Um tribunal do Cairo decidiu neste sábado (20/04) pela liberdade provisória de Hosni Mubarak, acatando recurso de uma ação de corrupção. Contudo, o ex-presidente seguirá preso por outros dois processos pendentes, informou uma emissora de televisão do país.



A Corte Penal resolveu libertar Mubarak por um caso de suposto enriquecimento ilícito, durante sessão de análise de recurso contra prisão preventiva, que aconteceu no escritório do diretor da prisão de Tora, onde o político está preso.



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A audiência durou cinco horas e nela estiveram presentes Mubarak e seus dois filhos, Alaa e Gamal.

 Em entrevista ao site do jornal Al-Ahram, o diretor do departamento de Enriquecimento Ilícito do Ministério da Justiça, Yehia Galal, garantiu que vai recorrer.

 Além disso, Galal confirmou que Mubarak não sairá da prisão porque segue em prisão preventiva.

Ex-ditador egípcio foi libertado de enriquecimento ilícito, mas responde por apropriação ilegal de fundos públicos

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O ex-presidente responde processo junto com esposa e filhos, por apropriação ilegal de fundos públicos reservados para as despesas do palácio presidencial. 

Além disso, o ex-presidente cumpre prisão preventiva por outra ação, na qual é acusado de cobrar propina do Al-Ahram, para fazer propaganda do jornal enquanto estava no poder.



Em entrevista à agência de notícias estatal Mena, uma fonte não-identificada da Procuradoria Geral, anunciou que o Ministério Público vai a apelar da resolução do tribunal, com o objetivo de anular a ordem, para que Mubarak siga em preso cautelarmente também por esse caso.

 

Na segunda-feira (15/04), um tribunal de apelações ordenou a libertação provisória do ex-presidente, na ação movida contra ele pela morte de manifestantes.

 Na quinta-feira passada (11/04), Mubarak foi levado do Hospital Militar de Maadi, onde estava internado desde dezembro, para a prisão de Tora, no Cairo, depois que a Promotoria considerou que seu estado de saúde tinha melhorado.

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