Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, telefonou na quarta-feira (25/06) para o presidente da França, François Hollande, e garantiu seu “compromisso firme” com a França, após o vazamento de documentos do WikiLeaks que atestam que a NSA (agência de segurança norte-americana) espionou três presidentes franceses.

EFE

Obama destacou boa relação com franceses ao recordar de visita produtiva de Hollande a Washington em fevereiro de 2014

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“O presidente (Obama) reiterou que cumprimos com o compromisso que fizemos aos nossos colegas franceses no final de 2013 e não estamos intervindo e não vamos intervir nas comunicações do presidente francês”, declarou a Casa Branca em comunicado.

Segundo o Palácio do Eliseu, o chefe de Estado norte-americano “reiterou de modo inequívoco seu compromisso firme para pôr fim às práticas que podem ter acontecido no passado e que são consideradas inaceitáveis entre aliados”.

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Nesta semana, documentos do WikiLeaks divulgados pela imprensa francesa revelaram que EUA grampearam telefones de Chirac, Sarkozy e Hollande

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Na terça (22/06), os veículos franceses Libération e Mediapart publicaram diversos documentos em colaboração com o site WikiLeaks que revelam que a NSA grampeou entre 2006 e 2012 os telefones dos ex-presidentes Jacques Chirac (1995-2007), Nicolas Sarkozy (2007-2012) e do atual mandatário, Hollande.

Após a revelação, o Conselho de Defesa da Presidência da França disse que o país não iria “tolerar nenhuma conduta que coloque em risco sua segurança e a proteção de seus interesses”.  Além disso, Paris convocou na manhãa embaixadora norte-americana em Paris, Jane Hartley, para prestar esclarecimentos sobre o caso.

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