Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A Alta Comissária da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos, Navi Pillay, condenou nesta quarta-feira (23/11) a atuação das forças polícias no Egito e pediu uma investigação “rápida, imparcial e independente” sobre a morte de pelo menos 33 manifestantes.

“Peço às autoridades egípcias que interrompam o uso excessivo da força contra os manifestantes da Praça Tahrir e em outros lugares do país, incluindo o aparente uso indevido de gás lacrimogêneo, balas de borracha e munição genuína”, disse Pillay. 

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Efe (22/11/2011)

Manifestantes afetados por gás lacrimogêneo são atendidos em posto improvisado na Praça Tahrir

Em um comunicado, a Alta Comissária destaca a necessidade de prestação de contas dos responsáveis pelos abusos e denuncia que vários manifestantes da Praça Tahrir foram “detidos arbitrariamente”. 

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Os manifestantes, críticos do conselho militar que governa o Egito desde a queda do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro, estão reunidos na praça Tahrir para exigir uma transição mais rápida do poder para os civis.

Há cinco dias, milhares de egípcios exigem a saída dos militares do poder

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