Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
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A ONU perdeu 28 funcionários civis e sete militares “capacetes azuis” em ataques ao longo de 2009, informou o sindicato dos funcionários da organização, pedindo aos países-membros que assinem um tratado global de proteção aos empregados das Nações Unidas.

Mais de dois terços das vítimas eram funcionários nacionais contratados por agências da ONU para contribuir nos esforços humanitários de seus próprios países, segundo nota divulgada pelo escritório de informação das Nações Unidas no Brasil (Unic).

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Entre as vítimas, 16 civis foram mortos em incidentes violentos isolados no Paquistão e no Afeganistão; outros cinco morreram trabalhando para a UNRWA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos) no Oriente Médio durante as operações militares israelenses na Faixa de Gaza; e dois foram assassinados na Somália.

“Mais uma vez, os funcionários das Nações Unidas tiveram que pagar com a vida seus esforços para ajudar as populações em perigo”, disse o presidente do sindicato, Stephen Kisambira. “É frustrante que praticamente ninguém até hoje tenha sido levado à Justiça”.

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Incidentes

Um dos piores incidentes ocorreu quando um albergue em Cabul foi atacada a tiros, matando cinco funcionários, incluindo dois seguranças.

Entre os outros mortos, estava uma professora de inglês palestina de 23 anos que trabalhava numa escola da ONU em Gaza, um monitor somali do Programa Mundial de Alimentos, baleado e jogado na estrada; um motorista paquistanês que trabalhava para o ACNUR (Alto Comissariado da ONU para os Refugiados) baleado durante o sequestro de John Solecki, responsável por um escritório regional da entidade.

Além disso, seis “capacetes azuis” que trabalhavam na missão de paz em Darfur morreram em três incidentes diferentes. O vice-comandante da Força da ONU no Sudão foi morto quando estava de férias no Paquistão.

ONU perdeu 28 funcionários em ataques no mundo em 2009

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