Sexta-feira, 6 de março de 2026
APOIE
Menu

O Conselho Nacional Sírio (CNS) fez neste domingo (25/12) um chamado aos observadores da Liga Árabe, que estão atualmente na Síria, para que sigam imediatamente para a cidade de Homs, um dos principais redutos da oposição. Em comunicado, o principal órgão dos opositores sírios afirmou que desde o início desta manhã o bairro de Bab Amro, em Homs, está cercado e que aproximadamente 4 mil soldados podem entrar nele.

Isso se soma ao fato de que Homs vem sendo bombardeada de forma ininterrupta há dias, o que representa “uma ameaça real de genocídio e de crimes contra a humanidade”, diz a nota. Por esse motivo, o CNS “pede aos observadores da Liga Árabe que se dirijam a Homs imediatamente, sobretudo aos bairros cercados, para cumprir com sua missão estabelecida”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Além disso, solicitamos que os observadores visitem todos os pontos de conflito da Síria ou que se retirem e concluam sua missão se não puderem fazê-lo”, ressaltou o CNS. O órgão opositor responsabilizou a Liga Árabe e a comunidade internacional pelos “massacres e o derramamento de sangue cometidos pelo regime na Síria”.

No último dia 22, um grupo de analistas da Liga Árabe chegou à Síria para checar se o regime está cumprindo a iniciativa da organização para solucionar a crise no país, que estipula, entre outros pontos, o fim da violência. Desde que começaram os protestos, em março passado, mais de 5 mil pessoas morreram pela repressão governamental, segundo a ONU, apesar de Damasco atribuir a violência a grupos terroristas infiltrados.

Mais lidas

Durante a jornada deste sábado, 38 pessoas morreram em diferentes províncias da Síria pela repressão dos seguidores do regime, denunciaram organizações opositoras. 

Segundo eles, a cidade está cercada por cerca de 4 mil soldados

NULL

NULL

NULL