Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O ator Robert Wagner não é suspeito de ter matado sua esposa, a atriz Natalie Wood, apesar do caso ter sido reaberto 30 anos após o acontecido , informou nesta sexta-feira (18/11) a polícia de Los Angeles.

Numa aguardada e movimentada entrevista coletiva, o tenente John Corina, esclareceu que Wagner não é suspeito da morte de Wood, que morreu afogada aos 43 anos, em 29 de novembro de 1981, nas proximidades da ilha de Catalina, na Califórnia.

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A morte de Natalie, protagonista de clássicos como “Amor, Sublime Amor”, “Esplendor na Relva” e “Rastros de Ódio”, continua sendo considerada um “afogamento acidental”, afirmou Corina. Ele explicou, no entanto, que novas informações, de fontes confiáveis, foram o motivo do caso ter sido reaberto.

“A realidade é que ela morreu afogada até o momento em que encontramos algo que diga que não foi isso que aconteceu. Vamos voltar a interrogar algumas pessoas e falar com novas, além de reavaliar evidências”, disse o policial.

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Corina afirmou também que serão usadas técnicas que não existiam na época, como a identificação por DNA. No dia de sua morte, o corpo de Natalie foi encontrado flutuando próximo à ilha de Catalina. Horas antes, a atriz e seu marido estavam bebendo no iate “The Splendour”, na companhia do ator Christopher Walken, com quem a artista contracenou em “Projeto Brainstorm”, e do capitão do barco, Dennis Davern.

A versão oficial da polícia é que após Natalie ter bebido em excesso e discutido com Wagner, ela deixou a embarcação num bote de borracha, mas caiu na água e se afogou, pois não sabia nadar.

O capitão Davern, como já havia dito num livro publicado em 2009, afirmou nesta sexta em várias entrevistas que o ator foi o responsável pela morte da atriz, mas que mentiu na ocasião para a polícia a pedido do próprio Wagner.

Numa autobiografia publicada em 2008, Wagner reconhece que tinha ciúmes da relação entre sua esposa e Walken e que discutiu com ela no iate. A autópsia feita na época revelou que Natalie Wood ingeriu uma dose excessiva de álcool e drogas como soníferos e tranqüilizantes.

Caso foi reaberto 30 anos após o acontecido

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