Quarta-feira, 9 de setembro de 2026
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, se reuniram nesta sexta-feira (11/07) em Havana e conversaram durante uma hora sobre temas de política e economia.

“Os dois líderes trocaram pontos de vista sobre assuntos internacionais e da economia global. Além disso, tiveram uma discussão detalhada sobre a situação e evolução das relações bilaterais russo-cubanas”, indicou um comunicado da presidência russa divulgado em Havana.

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A reunião com Fidel, de 87 anos, foi programada como um encontro informal na agenda da visita oficial que Putin realizou nesta sexta-feira à ilha, primeira parada de uma viagem latino-americana que também o levará à Argentina e Brasil nos próximos dias.

Putin se soma assim à lista de personalidades que realizaram visitas de cortesia ao líder cubano desde que em 2006 uma grave doença lhe obrigou a delegar o poder a seu irmão Raúl Castro, que foi confirmado como presidente de país caribenho em 2008. Fidel Castro mantém um discreto perfil público com esporádicas aparições e a publicação de artigos.

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Após a reunião com o ex-presidente cubano, Putin manteve conversas oficiais com Raúl, junto a quem visitou o Mausoléu ao Soldado Internacionalista Soviético e assistiu à assinatura de um pacote de acordos bilaterais. Na visita, o mandatário russo classificou o embargo econômico imposto pelos EUA à ilha caribenha como “ilegal” e prometeu apoio para derrubar a medida.

Agência Efe

Putin e o presidente cubano, Raúl Castro, nesta sexta-feira (11/07)

A chegada de Putin ao país caribenho ocorre uma semana depois que o Parlamento russo ratificou um acordo bilateral pelo qual Moscou perdoa 90% da dívida que Cuba tinha contraído com a extinta União Soviética.

Rússia considera América Latina "chave" na sua política externa e perdoou dívida cubana de US$ 35 bilhões

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Segundo informou hoje o Kremlin, o governante russo já sancionou a lei de perdão dessa dívida, que superava os US$ 35 bilhões.

Moscou considera Cuba um de seus parceiros estratégicos na América Latina, região que o próprio Putin qualificou como “chave” na política externa da Rússia. 

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