Quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
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O presidente equatoriano, Rafael Correa, acusou a extrema direita estadunidense de estar por trás da desestabilização da vida democrática na América Latina.

“Nós, os governos que estamos mudando verdadeiramente as coisas, temos sido vítimas de uma conspiração permanente, desde o primeiro dia”, disse Correa numa entrevista publicada pela agência de notícias equatoriana Andes. Estes grupos de extrema direita, através de suas Organizações Não Governamentais, de seus grupos de análise, são quem financia os grupos oposicionistas, a imprensa corrupta e os conspiradores, disse o presidente.

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Para as oligarquías latino-americanas, a democracia é boa quando não existe o risco de que haja mudanças, disse Correa, acrescentando que “quando é possível mudar algo, para a oligarquia acabou a democracia”.

O presidente equatoriano ainda opinou que “a democracia dessas oligarquias é formal, exercida apenas a cada quatro anos, nas eleições, não é a democracia que transforma, que dá poder ao povo, não a da igualdade de oportunidades”.”Enfrentamos constantes conspirações e pode ocorrer outro 30 de setembro, por isso devemos estar atentos”, disse em alusão à sublevação policial instigada por políticos da oposição que pôs em risco o sistema democrático e a vida do próprio chefe de Estado.

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Ele reconheceu que existe uma fragilidade institucional, uma violência extrema e uma irracionalidade que pode originar um atentado, por isso sublinhou: “Devemos estar preparados”. A 4ª Cúpula de chefes de Estado da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), realizada em Georgetown, Guiana, aprovou um Protocolo Democrático anexo ao seu protocolo constitutivo, com severas sanções diante de eventuais golpes de Estado em países da região.

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Rafael Correa acusa extrema direita dos EUA por golpismo na América Latina

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