Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Um tribunal egípcio ordenou neste sábado (08/02) a suspensão durante um mês da plataforma de vídeos Youtube no país por ela ter mantido a emissão do polêmico vídeo sobre o profeta Maomé, informou a agência estatal de notícias egípcia “Mena”.

A sentença da corte obriga os ministérios de Comunicações e Investimento a suspender temporariamente o funcionamento do Youtube na internet a partir de hoje.
 

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Para tribunal egípcio, site não respeitou a fé dos egípcios e "ignorou a ira" que filmagem causou em muçulmanos

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Segundo a agência, o site – propriedade da empresa norte-americana Google – não retirou o vídeo, apesar de resoluções anteriores que exigiam a cessação de sua divulgação no país.

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Em sua decisão, o tribunal egípcio considerou também que Youtube “não respeita a fé de milhões de egípcios e ignora a ira que esse vídeo gerou em todos os muçulmanos”.

A difusão do vídeo postado na internet em setembro passado e supostamente produzido nos Estados Unidos gerou grandes manifestações de protestos no mundo islâmico e o ataque a várias sedes diplomáticas norte-americanas.

Na gravação, de aproximadamente 14 minutos de duração, aparecem cenas da vida do profeta, que é apresentado como fruto de uma relação ilegítima, e nas quais aparecemantendo relações sexuais com uma mulher.

Em 29 de janeiro, o Tribunal Penal do Cairo confirmou a condenação a morte de sete coptas residentes nos EUA e de cinco anos de prisão para o pastor norte-americano Terry Jones pela produção e divulgação do vídeo.
 

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