Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia aprovaram nesta segunda-feira (15/10) novas sanções contra o regime sírio, que afetam 28 pessoas e duas empresas vinculadas com a violência do Governo.

As empresas estão relacionadas com a compra de materiais utilizados na repressão sangrenta do regime de Damasco, enquanto as pessoas seriam responsáveis diretas dessa violência, informaram fontes diplomáticas.

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Empresas e pessoas envolvidas na repressão são alvos dos bloqueios

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Todos eles terão seus ativos econômicos na União Europeia congelados e os sancionados terão vetada sua entrada em território europeu, somando-se a uma “lista negra” na qual já figuram cerca de 150 pessoas e meia centena de companhias.

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Os ministros de Relações Exteriores aprovaram as novas sanções, já pactuadas de antemão, em um ponto sem debate no começo da reunião que realizam hoje em Luxemburgo.

O pacote inclui, além disso, uma proibição para que companhias europeias comprem armas sírias ou prestem serviços para a exportação de armamento, como transporte e seguros, a fim de continuar cortando vias de financiamento ao regime de Damasco.

A ação se soma a toda uma série de sanções nesse sentido, entre as quais se incluem um embargo à compra de petróleo e restrições aos intercâmbios financeiros.

Está previsto que do encontro de hoje (15/10) volte a sair uma mensagem de condenação à política do Governo de Bashar al Assad e um apelo ao fim da violência, e o início de uma transição política na Síria, segundo anteciparam fontes diplomáticas.

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