Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Compartilhe:

A empresa que administra a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, informou nesta quinta-feira (15/12) que a desativação completa da central levará cerca de 40 anos. A direção da Tepco, que administra a unidade, explicou que há uma agenda para que a desativação ocorra. Em 11 de março deste ano, houve uma série de vazamentos e explosões na usina em decorrência de terremoto seguido de tsunami no Japão.

De acordo com a agenda definida pela Tepco, seguindo orientações da Comissão de Energia Atômica do Japão, o combustível nuclear utilizado nas piscinas dos reatores 1 a 4 começará a ser retirado nos próximos dois anos – um ano antes do previsto e será armazenado nas próprias instalações da central.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

Já o combustível dos reatores 1, 2 e 3 será retirado em um prazo de 25 anos. Depois, será iniciado o trabalho de desativação das demais unidades – o que deverá ocorrer em 15 anos. A agenda, segundo especialistas, levou em consideração a possibilidade de os operários trabalharem em condições de elevada radioatividade.

Preocupadas com as ameaças radioativas, as autoridades japonesas mantêm em vigor a ordem de esvaziamento da área de 20 quilômetros em volta da usina. Cidades inteiras foram esvaziadas  e as pessoas passaram a viver de forma provisória. O consumo dos produtos agrícolas e de origem animal da região de Fukushima foi proibido por medida de segurança.

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

A agenda levou em consideração a possibilidade de os operários trabalharem em condições de elevada radioatividade

NULL

NULL

NULL

Mais lidas