Sábado, 5 de setembro de 2026
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O Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, destacou, em um comunicado oficial despachado nesta segunda-feira (04/02), que a administração venezuelana fará uma revisão das relações sustentadas pelo país com as nações da União Europeia (UE) que têm apoiado as ações golpistas dos Estados Unidos contra o presidente Nicolás Maduro.

“A República Bolivariana da Venezuela expressa sua rejeição mais enérgica à decisão de alguns governos da Europa, na qual eles se submetem oficialmente à estratégia dos Estados Unidos para derrubar o governo. Mais uma vez se colocam na cola de Washington”, afirmou Arreaza em um post em seu Twitter. 

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De acordo com o comunicado expedido pelo chanceler, Maduro ainda pede que os líderes europeus retornem a seguir “a trilha da moderação e do equilíbrio, para que se tornem capazes de contribuir construtivamente para uma via política, pacífica e dialogada que permita abordar as diferenças entre as forças políticas” de seu país.

Além disso, o documento pontuou que as últimas limitações que pairavam sobre as decisões da Venezuela foram quebradas há 200 anos, referindo-se à era colonial espanhola.

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O comunicado termina exortando os governos que sucumbiram aos mandatos de Trump a serem prudentes e se direcionarem para os caminhos da paz e do respeito pela independência venezuelana. 

Apoio à tentativa de golpe

Após o ultimato dado ao regime de Maduro, ao menos 13 dos 28 países da UE reconheceram o líder oposicionista Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. 

A lista inclui nações como a Alemanha, Áustria, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Lituânia, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido, República Tcheca e Suécia.

A Itália, por sua vez, teria sido o único país a vetar a resolução conjunta a favor do presidente da Assembleia Nacional venezuelana. 

Guaidó, na qualidade de mandatário da Assembleia Nacional, reivindicou a Presidência da Venezuela no último dia 23 de janeiro, alegando que o segundo mandato de Maduro, iniciado uma semana antes, é ilegítimo e que o cargo estava vago.

* Com ANSA e teleSur

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