Xi Jinping e Putin saúdam parceria mútua e esperam expandir cooperação em 2026
Presidente chinês destacou ‘passos firmes’ dados com Rússia ao longo do ano, incluindo alcance de consensos bilaterais e apoio em encontros multilaterais
Os presidentes da China e da Rússia, Xi Jinping e Vladimir Putin, respectivamente, trocaram saudações nesta quarta-feira (31/12) momentos antes da virada do ano, em mensagens nas quais o líder chinês expressou sua disposição em continuar mantendo “contato próximo” com seu homólogo russo para fortalecer as relações bilaterais.
Segundo a agência de notícias chinesa Xinhua, Xi declarou “passos firmes” dados pela “parceria estratégica abrangente de cooperação China-Rússia da nova era”, que tomou “medidas firmes” em 2025, ano em que os dois líderes se encontraram pessoalmente duas vezes.
“Ambos os países se apoiaram mutuamente em estruturas multilaterais, como as Nações Unidas, trazendo sabedoria e força para a reforma e melhoria da governança global”, afirmou o mandatário chinês.

Xi Jinping e Vladimir Putin trocam saudações às vésperas do ano novo
Wikimedia Commons/Sergei Bobylev/RIA Novosti
Em seguida, Putin também estendeu calorosas felicitações festivas ao seu homólogo, expressando o seu desejo de manter “contato próximo” nas questões bilaterais e em assuntos internacionais. O líder do Kremlin recordou os encontros tidos com Xi neste ano em ocasiões em que ambos puderam alcançar uma série de consensos importantes, citando também o 80º aniversário da vitória sobre o nazismo alemão e o militarismo japonês.
Putin também destacou a expansão da cooperação econômica e comercial e a promoção de grandes projetos conjuntos.
Vale lembrar que antes de Moscou lançar sua operação militar especial na Ucrânia, Xi e Putin proclamaram em Pequim a “amizade sem limites” entre seus países. Desde então, defenderam que seus laços “não ameaçam nenhum país” e que, na realidade, “avançam a multipolarização do mundo”, enquanto aprofundam seus intercâmbios. Pequim também se posicionou contra as “sanções ilegais e unilaterais” do Ocidente contra Moscou.
(*) Com Telesur























