Domingo, 25 de janeiro de 2026
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Luigi Mangione, acusado de assassinar Brian Thompson, CEO de uma das maiores seguradoras de saúde dos Estados Unidos, a UnitedHealthcare, compareceu a duas audiências nesta quinta-feira (19/12), na Pensilvânia, decorrente da investigação do caso.

As sessões eram referentes ao porte de arma de Magione e seu pedido de extradição. Assim, resultaram no acusado desistir de sua contestação e concordar com a transferência para Nova Iorque, onde cometeu o crime em 4 de dezembro, para enfrentar três acusações: homicídio de primeiro e segundo grau, uma delas descreve o assassinato como “ato de terrorismo”.

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As acusações formais contra Magione foram apresentadas na última terça-feira (17/12). Em uma coletiva de imprensa, o promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg, definiu a ação que matou o gestor como um “ato de terrorismo”.

“Este foi um assassinato assustador, bem planejado e direcionado, que tinha a intenção de causar choque, atenção e intimidação. Ocorreu em uma das partes mais movimentadas da cidade, ameaçou a segurança de moradores locais e turistas, viajantes e empresários que estavam apenas começando o dia”, declarou Bragg.

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NYPD/Fotos Públicas
Magione responde por homicídio de primeiro e segundo grau, e uma das acusações descreve o assassinato como “ato de terrorismo”

O promotor acrescentou que Mangione corre sérios riscos de pegar prisão perpétua sem liberdade condicional se for condenado pelas acusações de assassinato.

A motivação do crime não é clara. Contudo, ao ser preso em 9 de dezembro, Mangione tinha em mãos um manifesto manuscrito em que criticava as companhias de saúde por priorizarem os lucros em prejuízo da saúde das pessoas.

As pessoas pagam mais por assistência médica nos EUA do que os habitantes de qualquer outro país. E os custos desses serviços e de medicamentos aumentaram muito nos últimos cinco anos, enquanto o percentual de pobres na população do país cresceu, chegando a 12,4% em 2023.

(*) Com Ansa