Terça-feira, 20 de janeiro de 2026
APOIE
Menu

Um estudo do Centro de Estudos de Políticas Sociais da TAUB, divulgado na quarta-feira (31/12), apontou que a taxa de crescimento populacional em Israel está caindo para menos de 1% pela primeira vez desde 1948, ano em que o Estado foi fundado.

De acordo com a pesquisa, os principais fatores para essa queda foram a migração líquida negativa, com mais pessoas saindo do país do que ingressando nele, além de uma estagnação nas taxas de natalidade e um aumento esperado no número absoluto de mortes em 2025.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Consequentemente, a taxa de crescimento populacional caiu para 0,9%, sendo ela a mais baixa desde 1981, que registrou 1,42%, e 1,35% em 1983. Em termos de fertilidade, a principal queda foi observada em comparação com o ano de 2018, embora as taxas atuais permaneçam mais altas do que as registradas em 2005.

No relatório, o professor Alex Weinreb, diretor de pesquisa da Taub, afirmou que essa tendência “histórica” reflete o envelhecimento da população, particularmente nas comunidades judaicas dentro de Israel, resultando no declínio contínuo da fertilidade.

Mais lidas

Uma pesquisa do Instituto da Democracia de Israel apontou que mais de um em cada quatro israelenses estão considerando se mudar do país. Os jovens são os mais propensos a tomar essa decisão, motivados por frequentes preocupações referentes às questões de segurança, instabilidade política, custo de vida elevado e receios quanto ao futuro dos filhos.

Além disso, muitos daqueles que consideram partir não possuem um destino específico, o que reflete a tendência do crescente descontentamento entre os israelenses em meio aos conflitos regionais recentes.

Por fim, o relatório divulgado pelo Centro Taub alerta que se essas tendências persistirem o crescimento de Israel será semelhante ao das nações europeias, com um crescimento natural da população mais lento e uma dependência crescente da imigração para manter a expansão demográfica.