E GUERRILHA:

OITO FRASES DE RODOLFO WALSH

JORNALISMO

Rodolfo Walsh foi um importante jornalista argentino que deixou diversos escritos notáveis para a imprensa latino-americana.

A obra mais conhecida de Walsh é Operação Massacre (1957), que, ao introduzir uma narrativa ficcional, inaugura o jornalismo literário na Argentina. 

Por conta de suas posições políticas e defesa do socialismo, em 1977, aos 50 anos, o jornalista é fuzilado pela ditadura militar argentina.

A seguir, conheça oito frases cunhadas por Walsh:

"Um intelectual que não entende o que acontece em seu tempo e no país é uma contradição ambulante; quem, entendendo, não age, terá um lugar na antologia das lágrimas, não na história de sua terra."

"Nossas classes dominantes sempre garantiram que os trabalhadores não tivessem história, doutrina, heróis ou mártires. Cada luta deve começar de novo, separada das lutas anteriores."

A experiência coletiva é perdida, as lições são esquecidas. A história aparece assim como propriedade privada cujos donos são os donos de todas as coisas.

"Tanto antes como agora, acredito que o jornalismo é livre, ou é uma farsa, sem meio-termo."

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Enquanto os ideólogos sonham, as pessoas mais práticas torturam e matam. E isso é concreto, isso é urgente, isso é aqui e agora.

"O sistema não pune seus homens: ele os recompensa. Ele não aprisiona seus carrascos:
ele os mantém."

"A traição de um líder é mais difícil de superar do que a oposição de um inimigo aberto."

"Sem esperança de ser ouvido, com a certeza de ser perseguido, mas fiel ao compromisso que fiz há muito tempo de testemunhar em tempos difíceis."

"Em meio a esta luta pela justiça, liberdade e império da vontade do povo, saibamos nos unir para construir uma sociedade mais justa, onde o homem não seja o lobo do homem, mas seu irmão."

Desenvolvimento: Camila Araujo

Foto de abertura:
Wikicommons

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